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terça-feira, 6 de maio de 2014

Mães!

A semana é todinhaaaaa DELAS aqui no Blog!

ELAS... que se deixaram transformar pela natureza, transformar seu corpo e seu coração



ELAS... que se deixaram invadir pelo prazer de sentir um bebe em seu ventre



ELAS... que choraram na maternidade ao ver seu filho pela primeira vez



ELAS... que trocaram fraldas... e mais fraldas



ELAS... que passaram noites acordadas



ELAS... que desfrutaram da sensação de amamentar



ELAS... que ensinaram a comer... nadar... correr... brincar... sonhar... amar



ELAS... que choraram no primeiro dia de escolinha



ELAS... as vezes nem tinha tempo paras as amigas e nem pra ela mesma!



ELAS... que deixaram alguns projetos pela metade... uma carreira... um trabalho...uma outra vida para saber o que é SER MÃE!





quarta-feira, 30 de abril de 2014

Orientação Vocacional - Parte 8: Preciso escolher, mas tenho medo de errar



Quando o adolescente se depara com a necessidade de escolher uma carreira, há muita dúvida, insegurança, ansiedade e o inevitável medo de errar.

 Há uma fantasia na cabeça de muitos jovens de que existe uma carreira certa para cada pessoa e que ao descobri-la, tudo estará resolvido.

 Por isso há tanta preocupação. O jovem frequentemente se coloca como se estivesse entre duas estradas, uma leva ao sucesso e outra ao fracasso. Uma carreira certa satisfaria todas as suas necessidades financeiras e traria realização pessoal. Já a carreira errada o faria perder muito tempo de sua vida, o deixaria infeliz e talvez nunca mais conseguisse retornar ao caminho profissional “correto” que deveria ter seguido.

Entretanto, a realidade não se apresenta assim...


Decidir o seu futuro profissional não é simplesmente descobrir “aquilo que nasci para fazer” e depois esperar que todo o seu talento venha naturalmente. Do mesmo modo que, se em certo ponto, achar que está em uma área que não se identifica, é possível mudar sem significar um grande retrocesso.

O importante é sempre pesquisar e fazer uma escolha consciente. Se você acha que quer seguir uma carreira mais artística, pode fazer atividades de desenho, de música. Se você gosta de áreas mais científicas, pode fazer experimentos. Se você gosta de áreas sociais, pode fazer trabalho voluntário.

Procure palestras, converse com pessoas que trabalham na área que você tem interesse. Eles poderão mostrar o melhor lado da profissão e também os pontos negativos.

E depois de juntar toda esta informação, você ainda tem que se questionar: será que tudo isso tem a ver comigo?

Volto no mesmo ponto. Não há uma escolha perfeita para cada pessoa. Mesmo após encontrar a área com a qual mais se tem afinidade, muito trabalho ainda tem que ser feito para se desenvolver como um profissional bem sucedido. Mas se você estiver certo dos motivos e razões que o guiaram até lá, com certeza o trabalho será gratificante!

 

 

Entre em contato e agende uma entrevista sem compromisso e entenda mais sobre como funciona a Orientação Vocacional e aproveite as condições especiais do mês de ABRIL/2014.

 

terça-feira, 29 de abril de 2014

Orientação Vocacional - Parte 7: Quem pode auxiliar na escolha profissional?



                                                                                  
Essa é uma pergunta que invade a mente de pais e estudantes, constantemente, quando se trata de auxiliar na escolha do caminho a percorrer para o desenvolvimento profissional no final do ensino médio.

Percebemos que muitas vezes os estudantes têm muitas duvidas sobre que carreira escolher e sentem-se num beco sem saída. Muitos podem ficar paralisados, o que pode, inclusive, interferir na sequencia dos estudos da preparação para o vestibular. O estudante fica numa encruzilhada, todavia, não precisaria ser assim.

A recomendação é que a escolha profissional seja um processo que se inicia muito antes de um terceiro ano do ensino médio.  Dito isso, atualmente é possível encontrar profissionais especializados em diferentes áreas e serviços que se disponibilizam a ajudar os vestibulandos.

Clinicas de Psicologia, Centros de Orientação em Universidades, Profissionais Liberais (ligados a área de psicologia, pedagogia, coachs...) e Associações vinculadas ao governo são algumas das fontes em que podem ser recorridas para o auxilio na escolha profissional.

Geralmente são apresentadas propostas de trabalho em grupo e individuais que incluem entrevistas, dinâmicas, aplicação de testes, atividades escritas e práticas, visitas a profissionais e feiras de profissões presentes no mercado. De modo geral esse trabalho é apresentado com encontros semanais e que podem variar de 5 a 15 sessões, de uma a duas horas.

Atividades de reflexão para elaboração e construção dessa escolha é o objetivo deste tipo de trabalho, que pode ser iniciado, como disse antes do final do ensino médio e com a presença de familiares e amigos, dependendo de cada caso.

 A orientação profissional pode ser feita também de forma presencial ou mesmo via web, facilitando o entrosamento com vestibulandos que estão presentes em varias partes do Brasil.

É importante frisar que, em geral, o que o estudante vai receber é um parecer mais claro sobre seus interesses e habilidades e uma visão mais ampla sobre as opções de cursos no mercado, e que lhe estimularão a tirar suas próprias duvidas e chegar a conclusão do curso a ser escolhido. É necessário esclarecer que ao final do trabalho o estudante não receberá um veredicto final do curso a ser seguido, mas como disse, lhe favorecerá a ampliar o campo de possibilidades, o que lhe permitirá uma escolha mais adequada a suas próprias características.  Algumas indicações são esperadas que sejam oferecidas, o que permite ao estudante ter um estimulo para a escolha do caminho a ser seguido.

Sendo assim entendemos que estar disponível para escolher e rever suas escolhas pode e é uma das atitudes que tem auxiliado muitos a continuar no caminho em busca da satisfação pessoal.

E você?

Já tem claro em que área você vai empregar parte do seu tempo?

 Para começar: você sabe quais são suas habilidades? No que você se destaca?

Essas são perguntas que permeiam os trabalhos de orientação profissional e acreditem, tendem a nos acompanhar no resto de nossas carreiras.

Uma frase dita por um pai certa vez, fez muito sentido para mim: você vai iniciar um carreira em determinada área e não necessariamente terminar nela.

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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Orientação Vocacional - Parte 6: Uma decisão complexa – Escolher uma profissão




Se alguém ainda pensa que escolher uma profissão é algo simples, está muito enganado. É uma decisão muito complexa, pois é fruto de vários aspectos que o jovem deve elaborar, ao longo de sua vida, do nascimento até o final da adolescência.

Durante a nossa vida, passamos por várias experiências, passagens importantes, todas elas trazendo emoções, conflitos, culpas, medos, ganhos e perdas. Os sentimentos presentes em todos esses momentos são ambivalentes, ou seja, trazem sempre o amor e o ódio, o querer e o não-querer, juntos.

De tudo que vamos vivendo, vamos retirando imagens, conceitos e conclusões, através de nossa forma muito própria e particular de enxergar as coisas. Portanto, elaborar essas experiências implica na capacidade de lidar com tudo isso, de forma a poder tolerar as contradições, as angústias, suportar as perdas e renúncias inevitáveis, e principalmente, na crença de que é possível reparar os possíveis danos ou frustrações que certamente ocorreram nesse percurso da vida.

Podemos usar a palavra luto, para falar desse processo de extrair de nossas experiências, as dores, e os prazeres, os ganhos e as perdas que elas nos proporcionaram.


Vou me deter um pouco mais, em alguns desses lutos, especialmente referentes aqui, à questão da escolha profissional:

Cai o mito infantil de que basta imaginar uma profissão e ela acontece, magicamente. O Confronto com a realidade mostra que para sustentar-se, o jovem precisa de dinheiro, e que para obtê-lo precisa trabalhar.

Outro luto se refere aos pais e à sua passagem de pais de criança para pais de adolescente. Isso significa encara-los de uma forma mais humana, com seus limites, falhas e contradições, inclusive no que se refere à postura profissional que adotaram em suas vidas. Ou os pais se tornam modelos de identificação, ou o jovem poderá busca-los em outras pessoas.

O luto pelo corpo infantil e idealizado perdido, é também importante considerando que muitas profissões podem ser escolhidas ou abandonadas, conforme haja maior ou menos conflito em relação a isso. Um exemplo disso está no jovem que sempre quis ser pianista, e ao crescer, se dá conta de que tem mãos pequenas.

Uma decisão complexa – Escolher uma profissão - Pré Vestibular Campinas - Ensino Médio Campinas - OFICINA DO ESTUDANTE


Uma decisão complexa – Escolher uma profissão - Pré Vestibular Campinas - Ensino Médio Campinas - OFICINA DO ESTUDANTE Escolher a profissão significa deixas as outras possibilidades. Não é possível fazer tudo e decidir implica num ganho, porém numa renúncia, também. Esse é um outro luto. Um outro aspecto se refere à história de escolhas e decisões que o jovem vem empreendendo, durante sua vida. Ou seja, uma criança que obteve dos pais, uma relativa independência para escolher em relação às suas coisas, certamente terá mais chances de assumir essa tarefa, agora mais importante, de decidir sobre sua profissão.

Esses são apenas alguns pontos, pois o processo é muito rico e envolve muitas coisas a serem consideradas. Está claro nesse artigo, que não me detive a respeito do mercado de trabalho e das condições atuais de vida, e que mereceriam um destaque em outro momento.

Mais importante, então, do que escolher logo uma profissão é, antes de tudo, poder pensar. Sim, pensar. Deixar os pensamentos fluírem, os sentimentos aflorarem, pois a expansão, a abertura da mente, é que trarão possibilidades de uma aproximação maior consigo mesmo. Digo isso, pois grande parte das dificuldades de muitos jovens, está, justamente no movimento de pensar, já que isso significa entrar em contato com sua própria vida, como num processo de revisão. Acaba acontecendo uma certa imobilidade, uma rigidez que ao meu ver são problemas maiores do que a tarefa de escolher melhor a profissão.

Reconciliar-se com a sua própria história, é, portanto, fundamental e indispensável em qualquer processo de escolha, inclusive a profissional.

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domingo, 27 de abril de 2014

Orientação Vocacional - Parte 5: Dúvidas e inseguranças na escolha da profissão

 
 



Tudo bem, escolher uma profissão é trabalhoso e, às vezes até sofrido. Esse é naturalmente um momento carregado de dúvidas e inseguranças. Mas pense de outro modo: escolher uma profissão universitária é, na verdade, um privilégio. Segundo levantamentos do IBGE, apenas 12% da população adulta brasileira tem acesso à universidade.

É hora, então, de abraçar essa oportunidade e encarar a parada. Afinal, se você não se envolver com o processo de escolha , vai acabar delegando a tarefa a alguém. E colocar o futuro nas mãos de outros pode ser uma grande roubada.

Você sabia que, numa pesquisa feita recentemente, 75% dos brasileiros disseram desejar mudar de profissão? Isso demonstra que decidir por esta ou aquela carreira não é uma decisão simples de ser tomada. Esse é, na verdade, um processo complexo, que envolve boa dose de informações sobre: as carreiras existentes, o mercado de trabalhado, a situação do mundo, você mesmo.

Sem isso, você pode acabar gastando tempo e dinheiro e colher apenas frustrações e desilusão. Portanto, nada de prestar vestibular apenas por prestar nem optar por aquela área que dá status ou pela carreira que está na moda. Não vale a pena, também, seguir a profissão do sonho de seus pais, se esse não for seu ideal pessoal.

Dúvidas e inseguranças na escolha da profissão  - Pré Vestibular Campinas - Ensino Médio Campinas - OFICINA DO ESTUDANTE




Dúvidas e inseguranças na escolha da profissão  - Pré Vestibular Campinas - Ensino Médio Campinas - OFICINA DO ESTUDANTEMitos sobre o mundo do trabalho
O Joio e o Trigo


É comum ouvir um monte de mitos e crenças sobre cada uma das profissões “Medicina é uma área maravilhosa”... “É besteira fazer Psicologia”, “É muito difícil encontrar emprego em jornalismo”, “ Direito Internacional ainda vai abrir muitas oportunidades”... É claro que todos têm o direito de emitir opiniões – pais, professores e amigos. Aprenda a ouvi-los, também, a filtrar o que ouve.

Separe o joio do trigo:

1. Verifique se a opinião vem de alguém que tenha informações atualizadas do mundo profissional, do mercado de trabalho e do dia a dia da profissão.

 2. Ouça várias pessoas. Cada profissional tem uma experiência e, portanto, uma opinião própria.

 3. Busque outras fontes de informação: guias, sites da Internet, jornais e revistas.

 4. Visite faculdades e universidades que ofereçam os cursos pelos quais você se interessa. Não se acanhe e tente assistir uma aula.

 5. Visite também o ambiente de trabalho do profissional em que você sonha se transformar. Conhecer uma fábrica, um escritório de advocacia ou uma redação de jornal pode lhe dar dicas preciosas para sua tomada de decisão.

 6. Não se iluda com profissões mais fáceis ou mais difíceis. O sucesso profissional depende sempre da capacidade, suor, sendo de oportunidade e bom preparo, entre outros fatores.


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sábado, 26 de abril de 2014

Orientação Vocacional - Parte 4: Aspectos a se pensar!

 
 




Provavelmente você já ouviu falar que a melhor coisa é escolher a profissão pelos seus interesses ou seus pais disseram que você vai se dar bem em determinada profissão, pois em aptidão para ela, ou ainda, que a sua personalidade é perfeita para aquela profissão. Mas o que significa aptidão, interesse ou personalidade? Vejamos a seguir.

Aptidões

Aptidão é uma combinação de habilidade inatas e adquiridas que demonstra algo que você faz bem, atividades com as quais possui intimidade e habilidade, não necessariamente aquilo que lhe agrada ou interessa, mas o que você tem facilidade de fazer. Um exemplo é uma pessoa que toca música facilmente ou outra que faz amigos e se relaciona sem nenhuma dificuldade.

As aptidões dizem respeito à capacidade do indivíduo para realizar alguma coisa, a sua capacidade de aprender algo. Atualmente podemos trocar o nome aptidão por potencialidade. Competência “são capacidades já desenvolvidas a partir de aptidões ou potencialidades”.

Exemplo: um jovem que tem aptidão e potencialidade para ser surfista depois que aprende a surfar será considerado competente nessa atividade.

Interesses

É o conjunto de características pessoais que se manifestam através dos desejos, preferências, gostos e que dizem respeito às necessidades individuais. São os interesses que se manifestam quando o indivíduo se dirige para um objeto, atividade, ocupação ou diversão.

Ninguém conhece tão bem seus interesses quanto você mesmo. Você pode avalia-los verificando que atividades lhe dão prazer, com que frequência você se empenha em determinados afazeres, que matérias você gosta de estudar, como você prefere utilizar suas horas vagas e quais são seus “hobbies”.

Hora da escolha: Aptidão, interesse e personalidade - Pré Vestibular Campinas - Ensino Médio Campinas - OFICINA DO ESTUDANTE


Hora da escolha: Aptidão, interesse e personalidade - Pré Vestibular Campinas - Ensino Médio Campinas - OFICINA DO ESTUDANTE Personalidade

É o conjunto de traços, crenças, atitudes e valores que se integram em uma configuração característica de cada indivíduo. Características pessoais de caráter e temperamento que são relativamente estáveis ao longo da vida.

Nossa personalidade se revela constantemente em nosso modo de ser, em nosso modo de agir e reagir diante das coisas, das pessoas, das situações. Nossa aparência pessoal, nosso modo de conversar, os temas que escolhemos, nosso modo de entrar em um ambiente estranho, tudo isso reflete aquilo que somos.


Orientação Vocacional
 
Uma excelente orientação vocacional garante uma escolha sustentável e satisfatória. A Clínica de Psicologia oferece a melhor orientação vocacional do mercado, confira.


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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Orientação Vocacional - Parte 3: Por que fazer é importante?





Atualmente, com as constantes mudanças no mercado de trabalho, devido a complexidade e diversificações das funções, as pessoas precisam, cada vez mais, desenvolver habilidades e aptidões para atenderem aos seus próprios interesses e estarem atualizados frente à demanda profissional.

A velocidade com que as informações percorrem o mundo, influencia as pessoas a terem atitudes imediatistas. É necessário ter flexibilidade e tranquilidade ao articular seu conhecimento e experiências para adaptar-se a uma nova realidade.

Nos dias de hoje, ter apenas uma formação não basta, é necessário ampliar os conhecimentos teóricos e práticos para enfrentar os desafios e a crescente competitividade no mercado profissional. A seleção se torna mais rigorosa em busca de habilidades específicas.

Criar, inovar e transformar o pensamento em ação é o lema que deverá estar presente no novo milênio. A Orientação Vocacional, vem buscando diversas estratégias, para melhor adaptar-se a essa nova realidade. É um atendimento voltado para orientação e informação, que envolve a escolha profissional.

É indicado para adolescente e também para adultos que estejam em conflitos com a sua escolha profissional, podendo ou não estar relacionado com as constantes modificações do mercado de trabalho.

 

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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Orientação Vocacional - Parte 2: Como Funciona?

    Qual a sua vocação?

     



     
     
     
    Engenharia, Publicidade, Direito ou Medicina? Para uma escolha que terá reflexos por toda uma vida, é necessário que se tenha segurança, convicção e serenidade. A escolha profissional realizada sem embasamento pode acarretar problemas como frustração, infelicidade, desânimo e stress.

    Para evitar que isso aconteça, a Clinica de Psicologia oferece a Orientação Vocacional, um projeto que prepara o jovem para que ele tenha condições de escolher sua profissão de forma assertiva e consciente por meio do mapeamento de seus perfis cognitivo, emocional e profissional.

    Muito mais do que um simples teste vocacional, a Orientação Vocacional é um exercício de autodescoberta, pois o autoconhecimento é a base onde construímos nosso projeto de vida.

    Formato:

     
* Carga horária: média de 10 a 12 encontros com duração de 1 hora cada; * Horários: De segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas;
* Orientação individual ou em pequenos grupos.

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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Orientação Vocacional - Parte 1: O que é?

Olá Pessoal!



O mês de abril já está no finalzinho e cada vez mais aproxima a data dos vestibulares, cursos e afins e aí vem a questão: O que vou fazer??? Qual curso escolher???

A finalidade da Orientação Vocacional é avaliar, analisar, esclarecer e informar o examinando suas áreas de interesses, aptidões específicas e gerais, que se apresentam inseridas em suas possibilidades. Revela também, tendências e habilidades em área ou campos de trabalho. O objetivo da Orientação Vocacional é associar esses campos e sugerir caminhos ou tendências profissionais, que possam estar mais próximas das possibilidades, capacidades e interesses do examinando. A Orientação Vocacional pode proporcionar ao examinando uma forma de resolver o “dilema” diante desse momento de decisão.

O processo de avaliação é feito através de entrevista, questionários de interesse, testes projetivos, testes de personalidade e teste intelectual.

 O papel do psicólogo (orientador vocacional) é:

- ajudar o examinando a pensar sobre sua própria realidade;

- analisar os possíveis aparecimentos de conflito diante da tomada de decisões em relação ao seu presente e ao seu futuro profissional.

O adolescente pode apresentar dificuldades, tais como: mudanças de comportamentos, atitudes agressivas, impulsivas ou de irritabilidade, aumentando a ansiedade na tomada de uma decisão.

Angústia e medo frente ao futuro leva-o, principalmente, a sentir-se inseguro e perdido, é comum esses sintomas aparecerem nesse período de definição.

A decisão é uma escolha pessoal. Cabe ao orientador acompanhar o orientando em suas reflexões, auxiliando-o a definir de maneira mais lúcida e segura sua escolha para que seja integrada, harmoniosa e feliz consigo mesma.

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quarta-feira, 2 de abril de 2014

E começamos o mês de Abril

Abril é um mês bem sugestivo... para abir novas ideias... novas oportunidades... abrir a mente, o coração, os olhos... se abrir para uma nova estrada, uma nova direção, um novo começo, uma nova escolha.... ahhhhh... Bem vindo Abril!!!
 
E para nos inspirar, esse mês teremos novidades no Blog... um mês inteirinho para se dedicar a novas ideias!
 
E nada mais importante do que saber escolher bem!!! Então, iremos falar sobre a orientação profissional...
 
Bem vindos ao nosso mês... abram-se para O NOVO!

segunda-feira, 31 de março de 2014

Os adolescentes e seus diários




Outro dia me peguei pensando se os diários ainda existem nesse mundo de tanta tecnologia e conectividade, será que os adolescentes ainda escrevem secretamente suas angustias? E se ainda existem, porque escrever um diário???
 
O diário, para alguns jovens, é organizador de uma vida psíquica e emocional, substituindo o interlocutor real e, para os jovens que têm dificuldades em partilhar emoções, tem uma função descompressora da ansiedade.
 
Hoje em dia, já existem até formas de escrever um diário online, fazendo-se uso dos blogs, blogspot, wordpress, etc. O avanço tecnológico e a difusão da internet possibilitaram que muitos adolescentes começassem a escrever seus diários na rede, passando assim das páginas íntimas as on-line, que podem ser acessadas livremente. Nesse espaço virtual, os jovens escrevem seu perfil, poemas, pensamentos, letras de músicas, fazem protestos, colocam fotos e interagem com os leitores, que deixam seus comentários nos blogs.
 
Essa forma de escrita online permite a livre expressão, releitura fácil e edição, além de facilitar a comunicação com outras pessoas. Consequentemente, alguns processos psicológicos importantes, como a reflexão pessoal e projeções interpessoais são comuns e produzem diversas emoções e comportamentos.
 
Uma pesquisa publicada na revista Pesquisas e Práticas Sociais, no primeiro semestre de 2010, investigou os motivos que os adolescentes elegem para a escrita em blogs, e identificou três motivos principais: o interesse em escrever sobre si, a busca por fazer amizades e conhecer pessoas (adolescentes) e o interesse em falar sobre a adolescência.
 
Ao confiarem as suas ansiedades e pensamentos mais secretos ao diário, as jovens iniciam uma aventura solitária: o confronto com as suas inquietações. Este amigo fiel é um cúmplice a quem adolescentes podem confiar, sem receio, todos os seus segredos, pois o diário tem um valor transitivo para a autonomia e ensaio da vida de adulto.
 
A adolescência é conhecida como o período da busca do autoconhecimento, da resposta à pergunta ‘quem sou eu?’, de expansão da autoconsciência. É também um período de extremas mudanças tanto físicas como psicossociais. O blog ou o diário pessoal, já que sabemos que têm conteúdo confessional, contribuem para esse alinhamento.
 
Ao escrever suas histórias, o adolescente vai construindo e internalizando seu jeito de ser de maneira mais organizada. Ao registarem os seus segredos e as suas paixões é como se as tornassem menos assustadoras e se livrassem de uma carga emocional excessiva para a sua ainda frágil personalidade.
 
Os diários são próprios da adolescência, contudo há adultos que mantêm o gosto por escrevê-los. Pessoas com dificuldades de comunicação ou com pouca confiança nos outros preferem manter os seus segredos na intimidade do papel.
 
No entanto, para adolescentes e adultos, os diários têm sempre uma função de organizador psíquico e de desconstrução de conflitos. São muitas vezes um bom meio de descarga de ansiedade.
 
Pesquisas já mostraram que escrever um diário pessoal é um meio terapêutico valioso para aliviar o sofrimento emocional e promover o bem-estar, e que o diário escrito durante adolescência ajuda a lidar com os desafios de desenvolvimento dessa fase da vida que as vezes é tão complexo.
 
Ah sim, diários ainda existem!!! Não com cadiadinhos e escondidos nos mais variados lugares, mas, por mais tecnológicos que sejam o conteúdo e objetivo ainda são os mesmos: desvendar e compartilhar a adolescência!
 
 
 
 
*Ada Melo é psicóloga formada pela PUC Minas, em 2010 e especialista em MBA pela UNA, em 2012. Atua nas áreas clínica e organizacional pela abordagem psicanalítica. É colunista da Rede Psicoterapias, onde escreve às terças sobre infância e adolescência.
 
 
Contato: ada_psique@yahoo.com.br

domingo, 30 de março de 2014

Como falar sobre violência com crianças




Está na tv, internet, jornais e por toda parte, não há como fugir desse assunto. Mas como seu filho encara essa situação?
 
Noticiário que divulgam amplamente manifestações que terminaram em casos de vandalismo pela cidade ou sequestros intermináveis, roubos e tantas outras notícias que geram pânico até mesmo em adultos esclarecido o que dirá em uma criança, que assiste alheia a tudo isso sem entender ao certo o que se passa. Tais fatos podem confundir e apavorar crianças, as quais podem se sentir em perigo ou achar que seus amigos ou entes queridos estão em risco.
 
Os pais podem ajudar as crianças a se sentirem seguras ao estabelecerem um senso de normalidade e segurança ao conversarem com elas sobre seus medos, pois serão eles que elas procurarão em busca de informação e direção sobre como reagir.
 
Não existe uma forma única de falar sobre esses assuntos, mas é importante que exista, dentro de casa, modelos diferentes dos vistos na TV e a liberdade de poder falar sobre o que viu ou o que sente. É preciso manter um diálogo aberto com os pequenos, de forma que eles se sintam à vontade para conversar sobre o assunto, fazer perguntas e não manter o medo escondido dentro deles. Fingir que o problema não existe ou demonstrar medo não são a melhor forma de lidar com a situação e sim ensinar para a criança que fatos bons e ruins acontecem todos os dias e não estão só na TV, mas que eles servem para a construção do aprendizado, para ensinar o ser humano a enfrentar os problemas.
 
Se a criança demonstrar medo com relação à violência, os pais devem escutá-la e tentar diminuir a proporção deste medo. Medo é um sentimento que faz parte do nosso emocional, o que as crianças mais precisam na hora do medo é o sentimento de acolhimento e de conforto.
 
O ideal é dosar – não esconda o tema nem entre em detalhes, a criança precisa mais de conforto dentro de casa do que de explicações sobre comportamentos que ela não compreende. A dica é não introduzir o assunto gratuitamente, responda o que ela perguntar. A maioria dos contos de fadas aborda a violência: bruxas, monstros e personagens do mal fazem parte do imaginário infantil. Por isso, a melhor maneira de introduzir o assunto é usar contos e fábulas, que deixam bem claro a posição do bem e do mal.
 
Muitos pais acabam transferindo seus próprios medos para os filhos, gerando um clima de insegurança. É necessário aprender a se controlarem e tratarem seus filhos como um indivíduo a parte, que precisa e tem capacidade de vivenciar e aprender com suas próprias experiências.
 
E nada de deixá-la na frente da TV assistindo a programas sensacionalistas, que mostram detalhes de atos criminosos. Explique que esse tipo de coisa acontece, infelizmente, e que os bandidos serão punidos. Mesmo que você não acredite nisso, é responsabilidade dos pais tranquilizar os filhos e reforçar que o crime não compensa.
 
 
 
 
 
 
*Ada Melo é psicóloga formada pela PUC Minas, em 2010 e especialista em MBA pela UNA, em 2012. Atua nas áreas clínica e organizacional pela abordagem psicanalítica. É colunista da Rede Psicoterapias, onde escreve às terças sobre infância e adolescência.
 
Contato: ada_psique@yahoo.com.br

sábado, 29 de março de 2014

Geração WhatsApp




Nos dias de hoje, encontrar um adolescente que não tenha um celular é praticamente impossível, e isso não significa apenas um telefone móvel, mas sim um computador de bolso que se pode conectar em qualquer lugar e a qualquer hora!
 
No Brasil, em janeiro de 2009, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) contabilizou 154,6 milhões de assinantes de telefonia móvel e, embora a agência e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não tenham informações sobre a faixa etária dos proprietários dos aparelhos, é possível perceber o interesse dos adolescentes por celulares.
 
Pesquisadores constataram que os celulares mudaram a vida dos adolescentes sob vários aspectos, a comunicação rápida, o acesso a informações de forma constante e o uso das redes sociais aproximando os grupos de adolescentes. Hoje, em vez de agendar encontros com os amigos com antecedência, como se fazia há alguns anos, os jovens planejam suas atividades quando já estão a caminho delas e em um curto período de tempo são capazes de preparar uma festa.
 
Os jovens não usam o celular apenas para a troca de informações objetivas e sim para participar da rotina do outro, expressar proximidade, afeto e dar vazão aos sentimentos. A troca de carinhos virtuais é considerada por eles como essencial para seus relacionamentos e parece funcionar como uma espécie de “reanimador”, pesquisas apontam que quanto mais um adolescente telefonava ou mais mensagens escreve, menor a possibilidade de se sentir solitário. Além do que, aqueles que se descreviam como socialmente tímidos ou solitários declararam que era mais fácil se expressar por mensagens curtas, pois, a comunicação por escrito, para alguns, pode facilitar a demonstração de carinho.
 
O advento do celular também mudou relacionamentos familiares e despertou controvérsias. O celular interfere na estrutura de poder entre pais e filhos. Na puberdade, o desejo parental de controle e a necessidade de liberdade dos adolescentes entram inevitavelmente em conflito. Isso acontece em todas as gerações – o celular, porém, modificou a forma como esses impasses são resolvidos.
 
O limite entre estar em casa e estar fora torna-se confuso, pois um jovem com celular pode entrar em contato com seus amigos a qualquer momento e em qualquer lugar sem a interferência dos pais. E estes, por sua vez, podem participar mais intensamente da vida de seus filhos.
 
A possibilidade de cuidados a distância pode fazer com que os pais concedam maior liberdade aos filhos, para a família o aparelho é visto como mecanismo de segurança. Tanto filhos quanto pais salientaram o efeito tranquilizante de telefonemas regulares durante uma ausência prolongada.
 
Porém, o celular ainda pode ter outras graves consequências para os jovens, como ocorre com toda nova tecnologia, existe o risco de abuso. Alguns estudos isolados indicam que jovens podem desenvolver dependência do celular. Há adolescentes que não conseguem ficar sem o celular nem por um instante. E entram num estado de profunda ansiedade e angústia quando se veem sem o aparelho, quando ficam sem créditos ou com a bateria no fim.
 
Pessoas que sofrem de nomofobia, o nome vem do inglês no + mobile + fobia, ou seja, "fobia de permanecer sem conexão móvel”, deixam o celular ligado 24 horas por dia, sentem-se rejeitadas quando ninguém lhes telefona e enfrentam síndrome de abstinência quando estão sem o aparelho. O problema pode estar ligado a outros transtornos, como ansiedade e depressão.
 
Exageros da portabilidade abalam as emoções de jovens que constantemente ficam em estado de alerta com uma expectativa permanente em torno das chamadas, SMS, whatsApp, viber e afins sofrendo um enorme desgaste psicológico e com o tempo, pode se transformar em crise de ansiedade ou até em depressão.
 
Não é difícil encontrarmos pessoas que se comuniquem mais através das redes sociais do que pessoalmente e muitas vezes até preferem contatos virtuais. Alguns ficam angustiados quando não podem ser alcançados, mesmo que seja por sms, porém não se trata apenas de enviar e receber mensagens, mas sim sugere uma total transformação na maneira pela qual as pessoas se comunicam. Enquanto isso, outros atualizam incontáveis vezes, diariamente, o Facebook, Instagram ou Twitter, qualquer que seja a hora ou o lugar onde esteja. E assim, a exposição à tecnologia pode estar lentamente remodelando nossas vidas.
 
Muitos jovens nomofóbicas, porém, não aceitam que são portadores desse tipo de fobia e atribuem a sua angústia a várias outras causas. Colocam a culpa na escola ou na necessidade de se comunicar com a família ou com amigos, no caso de alguma emergência.
 
É importante percebermos o celular como instrumento facilitador e o problema não está com ele e sim com o mau uso que fazemos dele. Além disso, a Internet é um meio de comunicação fascinante. É importante utilizá-la de maneira saudável, para promover o aprendizado, estabelecer boas relações e se comunicar. É fundamental manter um limite, afinal você é quem deve manter total controle sobre sua vida e não um determinado site ou aplicativo que vai determinar o seu comportamento.
 
E você? Está sempre conectado onde quer que esteja? Qual a sensação ao perceber que esqueceu o celular ou smartphone em algum lugar e que corre o risco de ficar desconectado por algum tempo? Nesse caso, a primeira pergunta a ser feita é: o uso da internet está interferindo em outras áreas da vida?
 
 
 
*Ada Melo é psicóloga formada pela PUC Minas, em 2010 e especialista em MBA pela UNA, em 2012. Atua nas áreas clínica e organizacional pela abordagem psicanalítica. É colunista da Rede Psicoterapias, onde escreve às terças sobre infância e adolescência.
 
Contato: ada_psique@yahoo.com.br

sexta-feira, 28 de março de 2014

O amigo imáginário

 
 
 
 
 
As crianças, criativas por natureza, usam e abusam da imaginação no seu mundo lúdico até mesmo para “criar” amigos imaginários, o que deixa muitos pais de “cabelos em pé”. No entanto, esse fenômeno, que surge principalmente entre 3 e 7 anos, não é tão raro.
 
Os amigos imaginários são construções da cultura lúdica das crianças, que manifesta a reprodução e interpretação das interações que as elas vivenciam cotidianamente. O mundo de “faz-de-conta” se torna a expressão clara e íntima dos seus mundos, transportando consigo conhecimentos, preocupações, anseios, desejos, crenças, vivências e que permitem que as crianças criem, experienciem e conduzam diferentes papeis simultaneamente, adaptando a diferentes pontos de vista, experimentando diferentes emoções, controlando e conduzindo o seu universo simbólico particular.

Ter um amigo imaginário, ao contrário do que se pensa, não é exclusividade de crianças mais solitárias não. Eles estão presentes na maioria das infâncias, pois antes de ter um amigo de carne e osso, a criança precisa treinar a experiência da amizade. Se as ações forem simuladas antes de serem realizadas, o desafio de conviver é facilitado.
 
Geralmente, amigos imaginários tomam forma a partir do terceiro ano de vida, quando já é possível diferenciar entre o eu e o outro, já que, por volta dos 3 anos, não há mais confusões entre pessoas reais e inventadas. Amigos imaginários costumam surgir assim que passamos a ter algum domínio da linguagem oral. Seja para organizar pensamentos, seja para se entreter, a criança desata a falar consigo mesma. Filhos únicos e primogênitos são mais propensos a esse tipo de comportamento, já que tendem a passar os primeiros anos de vida sem um companheiro real de sua faixa etária por perto.
 
Mas os pais podem respirar aliviados, pois todos os estudos sobre esse fenômeno chegam ao mesmo resultado: não há motivo para preocupações! Os amiguinhos imaginários têm sido estudados de forma intensiva há muito tempo, e todos os estudiosos concordam que os amigos imaginários estimulam o desenvolvimento das crianças, que podem suprir eventuais lacunas afetivas e ajudam na elaboração de questões psíquicas.
 
Para os mais novos, o amigo “de mentirinha” é quase sempre um companheiro de brincadeiras, que pode estar “presente” também à mesa na hora das refeições, ser chamado pelo nome e não raramente acompanha a criança durante todo o dia. Não raro também, pais e professores incomodam-se com a nitidez com que as crianças parecem ver seus amiguinhos. Mas os pequenos sabem muito bem que seus parceiros não são reais e que só existem em sua imaginação. Ou seja, essas criações psíquicas podem ser claramente diferenciadas de fantasias patológicas, que ocorrem, por exemplo, nas psicoses. A criança nunca se sente dominada pelo amigo que criou – pelo contrário, pode modelar, modificar e manipular sua invenção como quiser. Pode também determinar a duração desse “relacionamento” e quando perguntamos a fundo, a criança costuma concluir que sente a presença do amigo, mas não exatamente o enxerga.
 
Pleitear um lugar à mesa costuma ser uma forma de exigir que a família o reconheça, mas os pais, muitas vezes, não sabem como agir nessa situação, se apoia ou não a fantasia. Freud, pai da psicanálise e Piaget, papa da pedagogia, defendiam que, por via das dúvidas, era melhor que o companheiro invisível participasse do jantar.
 
Ao descobrir, os pais devem aceitar e entrar na brincadeira, sem se preocupar ou interferir. É melhor tratar tudo com naturalidade, pois é uma fase transicional, que ficará para trás quando o vínculo com o mundo externo estiver mais consolidado e for possível ter experiências seguras com um amigo real. Os pais nunca devem ignorar os relatos do filho. Só é preciso ficar de olho no que fala e faz. Amigos imaginários são importantes, mas jamais devem ser a relação prioritária.
 
É um erro repreender a criança ou dizer abertamente que seu amigo é fruto da imaginação, só vai deixar a criança confusa e com tendências ao isolamento ou envergonhada, mexendo muito com sua autoestima. Passar a mentir pode ser a saída quando os pais não aceitam o amigo invisível. Porém, também é um engano incentivar a relação invisível. A criança pode crer que a voz do amigo tem mais repercussão no ambiente familiar que a sua própria e corre-se o risco de que ela se sinta invadida em seu processo de criação. O espaço da fantasia deve surgir de forma espontânea, porque o filho demonstra interesse, e não por uma insistência da parte dos pais.
 
Os amigos inventados, porém, podem surgir quando a criança tem dificuldades em se submeter às regras dos adultos. Então o parceiro virtual simplesmente se permite fazer aquilo que é proibido a seu criador. Obviamente, os novos amigos são os culpados quando os pais descobrem a lata de bolachas saqueada ou são vítimas de alguma traquinagem. Muitas crianças até mesmo punem seus cúmplices invisíveis pelos delitos – o que naturalmente não impede os amigos de voltar a se portar mal. No entanto, quando o amigo imaginário passa a ser um inimigo imaginário, que incita atitudes ruins e fora do padrão, está na hora de levar imaginador e imaginado para o psicólogo, ou pelo menos para o serviço de orientação da escola.
 
Mas na maioria das vezes, se o acompanhante imaginário cumpriu sua função, ele aparentemente não só é deixado de lado, mas também é esquecido – um sinal de que as crianças conseguiram dar mais um passo em seu desenvolvimento de forma criativa.
 
Geralmente, a criança deixa os amigos imaginários assim como esquece os amigos da escola antiga. Sem se dar conta, conversa cada vez menos com eles até que caem no esquecimento - a ponto de alguns nem se lembrarem que um dia tiveram um companheiro invisível. Por isso mesmo, ficar o tempo inteiro interrogando a criança para saber se o tal fulano que não existe ainda existe só vai atrapalhar o processo de desapego e esquecimento.
 
 
*Ada Melo é psicóloga formada pela PUC Minas, em 2010 e especialista em MBA pela UNA, em 2012. Atua nas áreas clínica e organizacional pela abordagem psicanalítica. É colunista da Rede Psicoterapias, onde escreve às terças sobre infância e adolescência.
 
Contato: ada_psique@yahoo.com.br

terça-feira, 11 de março de 2014

E o mês é DELAS

Ah gente... um dia só é muito pouco pra falar DELAS que são sensacionais... então, escolhi o mês todo pra compartilharmos a beleza de ser mulher!!!!

Hoje lembre de uma música muito engraçada e quero dividir com vocês como é gostoso ser mulher e não precisar ser certinha o tempo todo... nossa graça é ser COMPLICADA E PERFEITINHAS!!!




Que mulher ruim
Jogou minhas "coisa" fora
Disse que em sua cama eu não deito mais não
A casa é minha, você que vá embora
Já pra saia da sua mãe e deixa meu colchão
 
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Ela é "pró" na arte de pentelhar e aziar
É campeã do mundo
A raiva era tanta que eu nem reparei que a lua diminuia
A doida tá me beijando há horas
Disse que se for sem eu não quer viver mais não
Me diz, Deus, o que é que eu faço agora?
Se me olhando desse jeito ela me tem na mão
"Meu filho, aguenta.
Quem mandou você gostar
Dessa mulher de fases?"
 


Complicada e perfeitinha,
Você me apareceu.
Era tudo que eu queria,
Estrela da sorte.
Quando à noite ela surgia,
Meu bem, você cresceu...
Meu namoro é na folhinha,
Mulher de fases.
 


Põe fermento, põe as "bomba"
Qualquer coisa que aumente e a deixe bem maior que o Sol
Pouca gente sabe que, na noite, o frio é quente e arde e eu acendi
Até sem luz dá pra te enxergar o lençol
fazendo "congo-blue"
É pena, eu sei, amanhã já vai miar... Se aguente,
Que lá vem chumbo quente!
 
sexybitch-dance:

dance

mulher de fases

Complicada e perfeitinha,
Você me apareceu.
Era tudo que eu queria,
Estrela da sorte.
Quando à noite ela surgia,
Meu bem você cresceu...
Meu namoro é na folhinha,
Mulher de fases!
 


Complicada e perfeitinha,
Você me apareceu.
Era tudo que eu queria,
Estrela da sorte.
Quando à noite ela surgia,
Meu bem você cresceu...
Meu namoro é na folhinha
 
 
 


 

sábado, 8 de março de 2014

DIA DAS MULHERES

Hoje é o nosso dia, DIA DAS MULHERES!!!
 
 

Pensei em monte de textos lindos pra dizer como somos sensacionais, exuberantes, lindas, maravilhosas, que podemos tudo e de salto alto!!! rsrrsrs

Mas resolvi usar um pouco a criatividade e dizer tudo isso de um jeito diferente... porque somos mulheres e PODEMOS TUDO!!!


Podemos sim virar a tela do PC, PORQUE SOMOS PRÁTICAS!!!





E TAMBÉM SOMOS LINDAS!!!... inclusive na academia!




E SEMPRE RESOLVEMOS A SITUAÇÃO!... de um jeito ou outro!!!




AH E NÃO PODEMOS PERDER O CHARME! ... e nem a chapinha, pelo amor de Deus!!!!




SOMOS ESTILOSAS!!! ... e queremos as coisas do nosso jeito!




E QUANDO BATE AQUELA PREGuICINHA.... ah, não importa! sempre merecemos descanso





SOMOS EXCEPCIONAIS!!!!... e adoramos comemorar isso!!!






SOMOS FORTES!!!!  ... e fortes messsmoooooo ... uiii...

Como se depilar e manter a pele lisa por mais tempo


SOMOS DECIDIDAS!!! ... mas também flexíveis!

dieta dos pontos



SOMOS MULHERES!!!! E podemos tudo, as vezes de forma engraçada, como procurei retratar aqui, porque o bom humor faz parte da vida, e como já enfrentamos tantas coisas, porque não rir um pouco de tudo, afinal... ser mulher é tudo isso e muito mais... é ter várias jornadas no dia e levar tudo com elegância e diplomacia, cuidando da casa, do marido, dos filhos e do chefe.

Ser mulher é ter a doçura das palavras, dos jeitos e dos olhares, a sensibilidade nata e o sentido extra com que fomos agraciada!

Ser mulher e se manter linda e bem cuidada em todas as situações e jeito, seja do seu jeito e com a sua personalidade, é sentir-se bem com as mais diversas dietas e ginásticas que só a gente entende!!!

Ser mulher é isso... acho que só a gente entende!!!

 
 
 
 
FELIZ DIA DAS MULHERES A TODAS NOS :)